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Amazonas - Deputado critica diferenças salariais do concurso da ALE/AM

23/06/2011 - [22h:15m]     Diminuir Aumentar

­­A Crítica de Manaus - 23/06/2011Em discurso proferido na Assembleia Legislativa, o deputado José Ricardo Wendling (PT), nesta quarta-feira (21), sugeriu à Mesa Diretora da ALE/AM que corrija o que ele considera “discriminação entre categorias” com relação ao concurso público do Legislativo, cujas inscrições já estão abertas. “Eu vejo que, na questão salarial de profissionais de cargos especializados como médico, fisioterapeuta, economista, contador, jornalista, etc, o valor é muito baixo e entendo que a Assembleia precisa valorizar mais esses trabalhadores”, afirmou José Ricardo, argumentando que a jornada de trabalho, entre 30 a 40 horas, para esses profissionais, deve ser compensada com salários acima do patamar de R$ 1.533,89, previsto pelo concurso. “A Assembleia não pode criar desigualdades que vão se refletir no futuro, seja no orçamento, seja na aposentadoria”, expressou, chamando a atenção para a diferença, por exemplo, entre o salário de um procurador e de um jornalista. “Enquanto o procurador vai receber 11 mil reais, o jornalista receberá 10 mil a menos. Por que, essa diferença se jornalista e médico da Assembleia passam, igualmente, pelos bancos das universidades?”, indagou. O presidente da Aleam, deputado Ricardo Nicolau (PRP) esclareceu ao deputado petista e ao público em geral que os salários definidos no edital, foram determinados pelo próprio mercado de trabalho, onde a pesquisa foi feita. "Os valores estabelecidos obedecem o mercado e, todos esses salários são base, ou seja, ainda recebem acréscimo de R$ 900 a título de vale-alimentação, além da vários benefícios da Casa”, explicou Ricardo Nicolau, referindo-se ao atendimento médico e odontológico, academia, associação recreativa, cursos de qualificação e reciclagem dos servidores, a Universidade do Legislativo, cujo projeto de criação já começou a tramitar, etc. Estamos respeitando aquilo que o mercado prevê. Se pudéssemos pagar mais, pagaríamos. Temos que ter a preocupação de garantir que não vamos inviabilizar a Aleam. Se colocarmos salários muito altos é possível que isso comprometa a atual e as futuras administrações – declarou Ricardo Nicolau, sintetizando: “Estamos atuando com valores do mercado, sem inviabilizar a administração do Legislativo”.

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